a índia de meu
ser mora
no
canto mais florido e
verde
:
mata de
minha
alma
depois a
francesa acorda
arruma a
casa
e
borda
palavras com o
sol
da
outra
um rastro sonoro atrai-lhes
;
intelecta a
francesa
posta à
mesa de âmbares flores e
framboesas já
a
indígena serena
toda Oxum
graceja
cantorias em tua espera
passa o tempo
gira a roda
da vida
indígena e
francesa renascem
em
alegria
.
- Graça Carpes -


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